Viver feliz ou viver brigando? Eis o "x" da questão. Quando as pessoas decidem dividir a vida a dois, e viver sob o mesmo teto, cada um deve ter paciência consigo mesmo, para aprender a viver as novas descobertas do conviver. É no dia-a-dia que estabelecemos os limites confortáveis do nosso amor. Mesmo apaixonado, “nada como um dia após o outro” para acomodar sentimentos e sensações.
Brigas e desentendimentos só acontecem quando a gente luta para estar com alguém. A gente não briga pelo que não quer ou por quem não quer mais.
Por isso é preciso vigiar o nosso pavio-curto, a nossa boca torta, e muitas vezes fazer de conta que está tudo bem, para dar uma nova chance à nossa felicidade. Buscar ser feliz no presente, sem pensar no que já passou.
Por isso é preciso vigiar o nosso pavio-curto, a nossa boca torta, e muitas vezes fazer de conta que está tudo bem, para dar uma nova chance à nossa felicidade. Buscar ser feliz no presente, sem pensar no que já passou.
Com o passado a gente aprende. Não dá pra esquecer, nem apagar da memória, mas uma dica de nossos avós é muito sábia: faça por viver.
Pare de remoer o passado que incomoda a relação. A gente sempre percebe quando vai surtar, logo afaste-se do problema, chore só ou durma - dê um tempo do estresse - reflita e decida o que é melhor: felicidade ou desentendimentos. Viver feliz ou viver brigando? Essa é a decisão que devemos tomar.
Para ser feliz com o nosso amor, precisamos fazer concessões. Bem que Jesus dizia: “Ama ao próximo como a ti mesmo”. Como a gente só dá o que tem, precisamos nos amar primeiro e muito, para doar aos outros o nosso amor. Só não dá é para sufocar, nem ser sufocado pela nossa necessidade de ter alguém perto da gente. A prioridade é o prazer pessoal vivido e dividido a dois e com muita felicidade.
Fonte de imagens: Google e Valdikim.

